CRIPTOMOEDAS

Altcoins ganham espaço, mas sinais ainda não confirmam nova temporada

Siga o CriptoFacil no O Bitcoin perdeu o nível psicológico de 60% de dominância no mercado cripto, recuando para 58,5%…

Siga o CriptoFacil no

O Bitcoin perdeu o nível psicológico de 60% de dominância no mercado cripto, recuando para 58,5% em 26 de setembro, segundo dados citados pelo Crypto Briefing. O movimento reacende a expectativa de uma temporada de altcoins, mas os indicadores de mercado ainda não confirmam uma rotação ampla de capital para fora do Bitcoin.

Bitcoin perde o nível de 60%, mas altseason ainda não está confirmada

A dominância – a fatia do valor total do mercado cripto representada pelo Bitcoin – não conseguiu se sustentar acima de 60% e escorregou para 58,5%. O indicador Altcoin Cycle Signal da Glassnode, que mede em uma escala de 0 a 100 as condições favoráveis ao desempenho superior das altcoins, marcou 81,25 em 22 de setembro.

Publicidade
Moeda representativa do Bitcoin.

A capitalização de mercado das altcoins, excluindo o Bitcoin, chegou a aproximadamente US$ 1,17 trilhão a US$ 1,19 trilhão (entre R$ 6,79 trilhões e R$ 6,90 trilhões ao câmbio de R$ 5,80) no fim de setembro – alta de 33% desde meados de agosto. Nesse período, o Bitcoin operava perto de US$ 84.000, após uma breve passagem pela faixa de US$ 86.000 a US$ 87.000 (entre R$ 498.800 e R$ 504.600). A capitalização total do mercado cripto recuperou a marca de US$ 3 trilhões (aproximadamente R$ 17,4 trilhões).

Apesar disso, o Altcoin Season Index – gauge separado que acompanha se as altcoins estão superando o Bitcoin de forma ampla – permaneceu em zona neutra, com leituras entre 45 e 53, bem abaixo do patamar de 75 que confirmaria uma altseason plena.

O que a queda da dominância pode significar para o mercado

Em 2017 e em 2021, quedas na dominância do Bitcoin antecederam ralis expressivos de altcoins, com o indicador recuando de patamares acima de 60%-70% para a faixa de 40%-50% enquanto o capital migrava para outros ativos. O cenário de 2026 é estruturalmente diferente: os ETFs de Bitcoin se consolidaram como força dominante na alocação de capital cripto, e o dinheiro institucional que entra via ETFs nem sempre é o mesmo capital que migra para altcoins de menor capitalização em exchanges descentralizadas.

A alta de 33% na capitalização das altcoins também precisa ser vista com cautela: trata-se de recuperação a partir de níveis deprimidos, não necessariamente de euforia, já que muitas altcoins seguem distantes de suas máximas históricas. Uma queda sustentada da dominância – especialmente se ela avançar para a faixa de meados dos 50% – fortaleceria o caso de maior força relativa das altcoins, incluindo nos mercados futuros, onde a participação das altcoins já mostra sinais de recuperação, mas isso ainda não equivale à confirmação de uma altseason ampla.

Siga o CriptoFacil no

O post Altcoins ganham espaço, mas sinais ainda não confirmam nova temporada apareceu primeiro em CriptoFacil.

Fonte: CriptoFácil

Perguntas frequentes

Respostas institucionais sobre esta cobertura, fontes e limites editoriais.

Sobre o que trata “Altcoins ganham espaço, mas sinais ainda não confirmam nova temporada”?
Siga o CriptoFacil no O Bitcoin perdeu o nível psicológico de 60% de dominância no mercado cripto, recuando para 58,5% em 26 de setembro, segundo dados citados pelo Crypto Briefing. O movimento reacende a expectativa de…
O que a matéria explica sobre “Bitcoin perde o nível de 60%, mas altseason ainda não está confirmada”?
A dominância – a fatia do valor total do mercado cripto representada pelo Bitcoin – não conseguiu se sustentar acima de 60% e escorregou para 58,5%. O indicador Altcoin Cycle Signal da Glassnode, que mede em uma escala de 0 a 100…
O que a matéria explica sobre “O que a queda da dominância pode significar para o mercado”?
Em 2017 e em 2021, quedas na dominância do Bitcoin antecederam ralis expressivos de altcoins, com o indicador recuando de patamares acima de 60%-70% para a faixa de 40%-50% enquanto o capital migrava para outros ativos. O cenário de 2026 é estruturalmente…
Quem edita o conteúdo do Estrato Esporte?
A cobertura é produzida e revisada pela equipe editorial do Estrato Esporte, com editor-chefe responsável pela linha editorial. Conheça a redação em https://esporte.estrato.cc/equipe/.
Quais fontes o Estrato prioriza?
Priorizamos fontes primárias (órgãos oficiais, balanços, estudos revisados, documentos públicos) e cruzamos informações antes da publicação, conforme a política editorial.
Como solicitar correção de uma matéria?
Envie o pedido pela página de Correções (https://esporte.estrato.cc/correcoes/) ou Contato (https://esporte.estrato.cc/contato/). Erros materiais são corrigidos com registro da atualização.
O conteúdo constitui aconselhamento profissional?
Não. As matérias têm caráter informativo e jornalístico. Decisões financeiras, de saúde, jurídicas ou educacionais devem considerar profissionais habilitados e a sua situação particular.
Onde acompanhar a política editorial do Estrato Esporte?
Metodologia, ética e transparência estão em https://esporte.estrato.cc/metodologia/, https://esporte.estrato.cc/etica-editorial/ e https://esporte.estrato.cc/politica-editorial/.
WhatsApp X LinkedIn
Compartilhar: LinkedIn
Gustavo Azevedo

Gustavo Azevedo

Gustavo Azevedo integra a equipe editorial do Estrato Esporte, vertical da rede Estrato, na função de Repórter — Estrato Esporte. O escopo permanente de cobertura inclui cobertura editorial de Estrato Esporte, com atenção ao leitor brasileiro que busca contexto factual, datas oficiais e implicações práticas. Na produção diária, prioriza fontes primárias (órgãos públicos, balanços, papers e documentos oficiais), cruza pelo menos duas referências independentes quando o tema é contestado e evita manchetes que prometam certeza onde há incerteza. Critérios de qualidade: lead com o fato principal, atribuição clara de autoria da equipe Estrato, atualização com selo quando há mudança material e linguagem acessível sem simplificar demais o risco ou o contexto. Trabalha sob revisão da mesa editorial e do editor-chefe do portal. Matérias YMYL recebem segunda leitura antes da publicação e podem ser atualizadas quando surgem novos dados oficiais. Limites: este perfil descreve o papel editorial na marca Estrato. O conteúdo publicado é informativo e não constitui aconselhamento médico, financeiro, jurídico ou profissional personalizado. Transparência ao leitor: metodologia em /metodologia/, ética em /etica-editorial/, correções em /correcoes/, equipe em /equipe/ e canal em /contato/ ([email protected]). Na página-mãe da rede, a bio ampliada e o arquivo de matérias ficam em estrato.cc/blog/, com link para o arquivo do autor em cada portal.

Deixe um comentário