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Abiec vê uso de cota uruguaia na China como alternativa mais relevante em 2027

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou, em nota, que toda iniciativa para ampliar o acesso da…

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou, em nota, que toda iniciativa para ampliar o acesso da carne bovina brasileira ao mercado chinês é positiva. Segundo a entidade, porém, o eventual uso do excedente da cota de exportação do Uruguai para a China teria efeito limitado em 2026, diante do prazo necessário para negociação, embarque e trânsito da mercadoria.

A manifestação da Abiec ocorreu após o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, agradecer na segunda-feira (21), pela rede X, ao presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, pela disposição de liberar o uso do excedente da cota uruguaia de exportação de carne bovina para a China. Os dois tiveram um encontro bilateral em Nova York, nos Estados Unidos.

Na avaliação da entidade, a alternativa ganha maior peso em 2027. A Abiec afirmou que o excedente da cota uruguaia pode representar uma alternativa importante, sobretudo diante da cota brasileira de 1,128 milhão de toneladas e do risco de esgotamento nos primeiros meses do ano, caso seja mantido o ritmo atual de vendas.

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A entidade também defendeu previsibilidade e mecanismos que permitam melhor distribuição dos embarques ao longo do ano. O objetivo, segundo a associação, é preservar o fluxo comercial com a China, principal destino da carne bovina brasileira.

A posição da Abiec mantém o foco na continuidade das exportações e na administração do volume embarcado dentro da cota disponível. Nesse contexto, a discussão sobre o excedente uruguaio aparece como uma possibilidade adicional para o atendimento do mercado chinês em um cenário de vendas aceleradas.

Para a Abiec, a ampliação de acesso ao mercado chinês é positiva, mas o eventual aproveitamento do excedente da cota do Uruguai teria alcance mais relevante a partir de 2027, em meio ao avanço das vendas brasileiras dentro da cota atual.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Fonte: Canal Rural

Perguntas frequentes

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Rafael Moraes

Rafael Moraes

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